C&J

Reflorestamento

C & J investindo no Futuro


Nossa região, o Vale do Paranhana no Rio Grande do Sul, possui uma topografia bastante acidentada, onde a agricultura extensiva não é possível e com grande existência da agricultura familiar, sendo as áreas de terras em sua maioria cobertas por 1/3 de mata nativa.


Surge então a ideia do reflorestamento sustentável, onde se possa ocupar os espaços vazios com floresta cultivada, principalmente aqueles espaços onde a agricultura de subsistência não é possível, garantindo assim uma renda no futuro e mantendo a fauna e o equilíbrio ecológico.


Nesse sentido criou-se a C & J Reflorestamento, que através de aquisições de áreas em torno de 50ha cada, tem um único objetivo: “reflorestar”.Mas surge a primeira dúvida. Que espécie de floresta usar?


Após vários estudos a respeito, chegou-se a conclusão de que deveria ser o pinus e o eucalipto, por seus crescimentos rápidos e suas diversidades de uso, assim como: na produção de celulose, construção, embalagens, exportação, etc.


Entre as dezenas de variedades de pinus optou-se pelo pinus elliottii e pinus taeda, por serem variedades que melhor se adaptam a nossa região. Assim, passou-se a plantar o pinus elliottii nas áreas baixas, arenosas e/ou úmidas, onde melhor se adapta, e o pinus taeda nas áreas mais altas, frias, argilosas e mais secas.O eucalipto na variedade de saligno clonado pelo seu crescimento rápido e maciez da madeira e próprio para sua industrialização.


O plantio de mudas recomendado é feito com o espaçamento de 2mx2m, o que gera uma população de 2.500 mudas por ha, a um custo de implantação em torno de R$ 1000,00 por ha e mais R$ 2000,00 por ha de manutenção nos três primeiros anos. A partir daí o custo de manejo é muito baixo.


O desbaste terá que ocorrer entre o 8° e 10° ano à partir do plantio, quando se corta 1/3 da população. Posteriormente faz-se outro desbaste, aproximadamente no 14° ano onde se retira novamente 1/3 da população. No 18° ano se extrai a madeira de tal forma que permaneça em torno de 400 árvores por ha, distribuídos de forma homogênea na área. Por fim, o corte final que se faz no 25° ano, quando se tem árvores em torno de 3m³ a 4m³, o que gera um resultado significativo, já que nessa metragem costuma-se vender a madeira por aproximadamente R$80,00 o m³.


Hoje com plantios de sete anos, estamos satisfeitos e com o sentimento de futuro seguro, além de contribuir com o meio ambiente, fazendo com que áreas não aproveitadas se tornem produtivas, gerando empregos e impostos.